O Chá e o Exercício do Presente

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Chá com Sentido

Gosto muito de uma reflexão que Brian Weiss traz em um dos seus livros, sobre a comparação da vida com uma xícara de chá, feita por um monge budista (cujo nome não lembrarei). Algo como: você precisa sentir a temperatura da xícara, as cores, o aroma, o gosto… Assim você sabe que está vivendo o aqui e agora. Se você está preocupado com o futuro ou pensando em coisas que viveu no passado, corre o risco de beber todo o chá sem perceber e perder o momento presente, que é onde a vida acontece!

No sábado passado (12), visitei a minha querida Renata Acácia, idealizadora, sommelière e tea blender da Infusorina, o seu “negócio com sentido”.

Foi ótimo encontrá-la pessoalmente, já que ela mora em Blumenau e só nos comunicamos virtualmente. Traçamos nossos planos de salvar a humanidade, munidas de chá e comida de verdade. Conversamos sobre as “dores e delícias” de empreender o próprio negócio. Falamos de assuntos aleatórios. Com brilho nos olhos e sua beleza estampada no stand de demonstração e venda dos produtos, ela me explicou a origem do chá, as composições dos blends e suas propriedades. Comprei um chá.

Preparando o meu chá na manhã de hoje, uma segunda-feira de sol, calor e vento fresquinho pela casa/escritório em Floripa, me conectei com três eventos passados: (1) quando comprei a minha fofa caneca do Rotina & Rabisco, da Bruna Vettori; (2) quando ganhei um infusor de chás de uma amiga linda, a Bruna Amarante; (3) quando encontrei a Renata Acácia e trouxe para casa o seu chá. Três momentos cheios de amor envolvido. Três sorrisos e três abraços que me nutriram em seus momentos e ainda reverberam.

Abri o pacote do “chá-artesanal-feito-com-amor”, senti o cheirinho, peguei um pouco e acomodei no “infusor-presente-de-amiga-especial”. Prendi a dupla chá + infusor na “caneca-por-uma-rotina-mais-leve”. Esquentei a água e acrescentei à mistura. Vi as cores se formando, senti o aroma subindo, o gostinho levemente refrescante e picante do Hippie Chai  (à base de chá verde, com gengibre, goji berry e cardamomo), o calorzinho nas mãos e no coração e vivi a experiência de tomar um chá com sentido! Experimentei o presente!

Viver o agora é realmente um desafio, um exercício constante, porque trazemos conosco as nossas vivências passadas e os nossos desejos (ou não-desejos) futuros. Meu conselho é que, mesmo que a gente transite pelo que passou e pelo que pode acontecer, independente de conseguir viver o presente, beba chá! Além das propriedades nutricionais/funcionais/terapêuticas da Camellia sinensis (sobre as quais ainda falarei), o ato de preparar e degustar o chá pode trazer boas lembranças, aliviar angústias, segurar a ansiedade e ajudar a pensar num futuro feliz!

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No stand da Infusorina, com a Renata
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2 comentários sobre “O Chá e o Exercício do Presente

  1. Renata Acácia disse:

    ” ato de preparar e degustar o chá pode trazer boas lembranças, aliviar angústias, segurar a ansiedade e ajudar a pensar num futuro feliz!” APAIXONEI ♥♥♥ GRATIDÃO!

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